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:: ‘Entretenimento’

O Amado de Ilhéus

Um dos maiores escritores brasileiros, Jorge Amado, encontrou na cidade de ilhéus um lugar em que pôde explorar ainda mais o seu talento artístico. Encantado com a paisagem e com os acontecimentos da cidade, ele escreveu Gabriela cravo e canela, romance que fez Ilhéus se tornar conhecida em vários lugares. A partir dessa obra,  Jorge passou a ser o Amado de Ilhéus. Certamente, se você conhece essa obra,  irá querer conhecer também o cenário onde a história aconteceu.

No local há móveis, roupas e diversos itens pessoais da família do escritor

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Webséries baianas dão fôlego à cena e são reconhecidas pelo Brasil

É da Bahia a melhor websérie brasileira de 2018. É daqui também a websérie com a melhor ideia original do ano. Premiadas no WebFestRio 2018, principal festival da categoria no país, realizado mês passado, no Rio, Som do Amor e Punho Negro provam que nem só de youtuber vive a internet brasileira e que a Bahia tem papel de destaque quando o assunto é a produção audiovisual seriada para a internet.

Som do Amor: eleita melhor websérie brasileira na WebFestRio 2018 (Foto: Divulgação)

Você pode nunca ter ouvido  falar das duas. Mas certamente já se divertiu com as aventuras de Júnior e Mainha, do Na Rédea Curta, ou  com a galera do Ôxe, E Se Fosse Na Bahia, da +1 Filmes. Apostando no humor rasgado com doses de baianidade, essas duas webséries têm episódios que ultrapassam as 250 mil visualizações. Os números evidenciam que, mesmo sem investimento financeiro e concorrendo pela audiência com milhares de produtores de conteúdo e com gigantes do streaming e da TV, as produções locais fazem sucesso.

“Talvez a presença do humor nas webséries baianas se deva ao fato de termos um teatro de comédia com tradição na criação de sketches, como se vê na Cia Baiana de Patifaria. Só que isso também se explica pelo humor ser um dos gêneros mais comuns no formato em todo mundo. No caso brasileiro, isso se deve muito ao pioneirismo do Porta dos Fundos, que inspirou programas como a da Parafernalha, de Felipe Neto, e a própria +1 Filmes”, explica o roteirista e pesquisador de narrativas seriadas da Ufba, Marcelo Lima.

Para ele, o Na Rédea Curta partiu de caminho semelhante, mas hoje explora marcas narrativas mais arrojadas, com desenvolvimento das personagens e do seu universo ficcional, o que acaba criando uma identificação forte com o público.

Na Rédea Curta: uma das produções baianas mais bem-sucedidas da internet aposta no humor e nas referências locais (Foto: Reprodução/ YouTube)

“Somos uma websérie e eu bato no peito feliz por termos conseguido levantar isso. Estamos falando de famílias pretas, nordestinas, de uma mãe e de um filho, que a gente não vê na TV, que a gente não costuma ver nos modelos brasileiros de se fazer audiovisual porque são recortes muito peculiares do nosso lugar. Contar isso com graça, externar o nosso riso, é muito importante”, comemora Sulivã Bispo, que além de atuar como Mainha, assina roteiro e produção junto com Thiago Almasy.

Relatório recente divulgado pelo Google revela que é essa identificação que o brasileiro busca nos vídeos que vê no Youtube. E é essa demanda que os realizadores de webséries têm tentado dar conta. Mesmo com o orçamento limitado, eles têm encontrado soluções criativas, dado voz a grupos minoritários e movido os limites da produção audiovisual, antes restrito ao eixo Rio-São Paulo.

informa1.com.br

 

Teatro Popular de Ilhéus apresenta dois espetáculos por semana em Dezembro

A exibição das duas montagens inspiradas na obra de Bertolt Brecht fecha com chave de ouro a segunda semana de programação de dezembro no TPI, que segue ainda com dois espetáculos por semana até o fim do ano. As sextas e sábados deste mês vão contar com shows musicais, espetáculos consagrados da companhia e apresentações de convidados especiais.

Já nesta sexta-feira, dia 14, o ator, músico e compositor Cabeça Isidoro fará seu show de lançamento do DVD “Amor, Política e Ozadia” marcado para começar às 20 horas na Tenda. A gravação do DVD ocorreu no dia 06 de setembro no Teatro Municipal com grande sucesso de público. O show de lançamento agora traz um formato mais dançante, em que o picadeiro da Tenda TPI ficará livre para que o público possa curtir a apresentação com ainda mais energia que antes. A performance, dirigida por Iara Colina, tem um repertório autoral que retrata e analisa nossa sociedade de forma lúdica, irreverente e irônica. Cabeça traz ainda a participação do quarteto “Os inflamáveis”, composto por Pablo Lisboa, Guilherme Pessoa, Lula Soares e Danilo Bass. Aqueles que adquirirem o ingresso “inteira” terão ainda direito ao DVD físico.

No dia 15 (sábado) ocorre a estreia do espetáculo “Travessias… ciclos transatlânticos”, do coletivo Afro (en)cena em sua primeira experimentação cênica. A montagem traz questionamentos sobre a diáspora africana no Brasil, pensando as questões do corpo negro, ancestralidade, história e resistência. O espetáculo tem entrada gratuita com “passagem de chapéu” na modalidade “Pague o quanto quiser”. O valor arrecadado contribuirá para a construção da nova arquibancada da Tenda Teatro Popular de Ilhéus.

Na sexta-feira seguinte (21), vai em cena a famosa peça “Teodorico Majestade: as últimas horas de um prefeito”. Em cartaz há mais de 12 anos, o espetáculo conta histórias do “jogo político” com um diálogo leve e bem humorado escrito em cordel. O texto fala sobre a responsabilidade e exercício de cidadania de uma população que se revoltou contra Teodorico Majestade, um prefeito corrupto que entregou Ilha Bela ao caos. O espetáculo teve papel importante na mobilização da população de Ilhéus para a cassação do então Prefeito Valderico Reis, em 2007.

Dia 22 (sábado) é a vez do espetáculo “Carranca”, da Cia. de Teatro Mistura, de Ibotirama. A montagem interpretada por Gilberto Morais está de volta ao TPI trazendo Zé das Carrancas, personagem pitoresco e engraçado que canta e declama seus versos e rimas sobre a história das tradicionais esculturas de madeira que ficam nas proas dos barcos, com o objetivo de espantar maus espíritos, afugentar mal olhado e proteger os barqueiros.

Na última semana de dezembro, no dia 28 (sexta) teremos mais música com Cabeça Isidoro, dessa vez trazendo o espetáculo “Ensaio sobre uma tal democracia”. A montagem, que estreou em 2016, apresenta um repertório de 15 músicas que surgem da inquietação provocada pela crise política, social e moral no Brasil. O espetáculo conta ainda com a participação de Jahgga, percussionista da banda O’Quadro.

E para encerrar o ano com chave de ouro, no sábado (29) o musicista Franklin Costa apresenta seu show “Rodando a Bossa Nova na Tenda” – um recital de voz e violão que passeia pela história da música brasileira. O músico, que estudou na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical de Recife (PE), promete uma roda de samba-bossa-nova que conta a história do gênero em um espetáculo cheio de nostalgia e energia.

Os ingressos dos espetáculos custarão R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), e podem ser adquiridos na Livraria Papirus, na bilheteria do Teatro Popular de Ilhéus e no site teatropopulardeiheus.com.br/programacao. O TPI também lembra que aqueles que não têm direito à meia entrada ainda podem adquirir o Cartão Fidelidade TPI, que por uma anuidade de apenas R$ 25 garante a meia entrada do usuário em todos os espetáculos da tenda durante o ano.

O Teatro Popular de Ilhéus é uma instituição cultural mantida pelo programa de Ações Continuadas de Instituições Culturais – uma iniciativa da Secretaria de Cultura da Bahia com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, mecanismo que custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada.

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Show de lançamento do DVD de 20 anos de carreira de Cabeça Isidoro: Amor, Política e Ozadia

Celebrando duas décadas de intensa criação musical, o multiartista ilheense Cabeça Isidoro, realiza show de lançamento do DVD ‘Amor, Política e Ozadia’ no palco da Tenda Teatro Popular de Ilhéus. O evento acontece dia 14 de dezembro, às 20h, com ingressos a R$30 e R$15. Na compra do ingresso no valor de inteira, você ganha um exemplar do DVD. A classificação é de 14 anos.

Neste show, o artista está em cena com a banda Os Inflamáveis, composta por Lula Soares Lopes (bateria), Danilo Ornelas (baixo), Pablo Lisboa e Guilherme Pessoa (guitarras e vocais). Juntos passeiam pela história musical de Cabeça por meio de composições que marcaram sua obra em projetos como as bandas Dr. Imbira, Improviso Nordestino, Crime Organizado, o espetáculo ‘Ensaio sobre uma tal democracia’, além de trilhas sonoras do grupo Teatro Popular de Ilhéus.

O show registrado no DVD ocorreu no Teatro Municipal de Ilhéus no dia 06 de setembro e contou com apoio financeiro da Secult Ilhéus, através do Edital Cultura Livre, bem como contribuições através de Vakinha virtual e apoio cultural de empresários locais. A direção artística de ‘Amor, Política e Ozadia’ é da diretora de teatro e atriz graduada pela UFBA, Iara Colina, com figurino de Roney George (que também assina o cenário) e Shicó do Mamulengo. Os vídeos que permeiam o show são assinados por Mario Shneider e as inserções tecnológicas são de Hermilo Menezes. O show é uma realização do Teatro Popular de Ilhéus.

Cabeça Isidoro é um artista multifacetado – músico, cantor, compositor, multi-instrumentista, construtor de instrumentos sonoros alternativos, ator, produtor cultural e educador musical, que, há 20 anos, desenvolve sua arte na região Sul da Bahia. Conhecido também por seu estilo trovador contemporâneo, Cabeça passeia e cria em várias vertentes – rock, cantoria, samba, jazz, baião, música clássica e marchinha, propondo um conceito batizado por ele como Música Brasileira Progressiva, ou MBP. Algumas de suas músicas podem ser ouvidas neste link: https://m.soundcloud. com/cabeca-isidoro/sets/ ensaio-sobre-uma-tal-1

A concepção artística do espetáculo parte da imagem simbólica do artista abrindo o peito, escancarando o coração para o público, numa atitude de entrega e atrevimento, que traz a ideia do Amor como foco central, espécie de diretriz fundamental para uma solução política, neste contexto entendida numa perspectiva não-partidária. Tudo isso é levado ao palco de forma irreverente e bem-humorada, num excelente exemplo de como a arte se faz ferramenta crucial de transformação social.

Sobre Cabeça Isidoro- Músico, cantor, compositor, multi-instrumentista, ator, produtor cultural, diretor musical, educador musical e construtor de instrumentos sonoros alternativos. Integrou a banda Improviso Nordestino – que propunha um passeio pelo universo do Movimento Armorial e do Cancioneiro Popular, de 2008 a 2015. Participou da banda Mulheres em Domínio Público, em 2012, em proposta de releituras de músicas de domínio público típicas do Sul da Bahia. Integrou a banda Crime Organizado, no estilo Música Brasileira Progressiva, de 2013 a 2016. Participa da banda Dr. Imbira desde 1998, levando rock e blues autorais em diversas atuações na região. Desde 2016, se apresenta com o espetáculo musical autoral Ensaio Sobre uma Tal Democracia, que traz, como tema central, o uso, abuso e desuso da democracia no cenário político atual brasileiro, com circulação por diversas cidades do interior da Bahia. Participou em duas edições do Aleluia Ilhéus (2014 e 2016), bem como do Réveillon de Ilhéus organizado pela prefeitura, em 2017. Já tendo gravado CDs com as bandas Dr.Imbira e Improviso Nordestino.

Como compositor, foi cinco vezes premiado no Festival Multiarte Firmino Rocha (2009-2011). Compositor e diretor musical do grupo Teatro Popular de Ilhéus (BA) desde 2006, Cabeça Isidoro criou as trilhas sonoras dos espetáculos Lampiaço, o Rei do Cangão (2004), Os Fuzis da Senhora Carrar (2005 e 2017), Calix Bento (2005), O Auto do Boi da Cara Preta (2007), Teodorico Majestade, as ultimas Horas de um Prefeito (2009), Nazareno contra o dragão da maldade (2010),Vida de Galileu (2010), O Inspetor Geral (2011), Lendas da lagoa encantada(2012), 1789 (2013) e Medida por Medida (2015). Compôs e executou ao vivo a trilha do espetáculo de dança Corpos dóceis, marionetes do sistema (2015), bem como do espetáculo Carranca (2018), da Cia. Mistura, ainda em cartaz. É criador do Cine Incidental, em cartaz desde (2010), proposta em que cria e executa novas trilhas sonoras para filmes mudos, a exemplo de Dia de Pagamento, de Charles Chaplin.

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Zambiapunga e Terreiro Tumba Junsara são declarados Patrimônio Cultural da Bahia

Dois importantes símbolos de história, identidade e resistência, a manifestação popular Zambiapunga e o terreiro da nação Angola, Tumba Junsara, são oficialmente Patrimônios Culturais do estado da Bahia. Os decretos, assinados pelo governador Rui Costa, foram publicados na edição desta sexta-feira (30), do Diário Oficial do Estado. A partir disto, o bem cultural Zambiapunga é registrado como Patrimônio Imaterial da Bahia, e o Tumba Junsara tombado como Patrimônio Material da Bahia.

Presente em municípios do Baixo Sul baiano, como Cairú, Nilo Peçanha, Taperoá e Valença, a manifestação Zambiapunga liga-se profundamente a aspectos culturais e religiosos importados do continente africano, mais especialmente, dos povos de língua Banto. Tradicionalmente, o grupo sai às ruas na véspera do Dia de Finados, vestindo roupas coloridas e máscaras, dançando e despertando a população. A manifestação será inscrita no Livro do Registro Especial das expressões Lúdicas e Artísticas, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).

Considera-se que a palavra Zambiapunga vem de Zambiapombo, Nzambi Mpungu, Zambi e Nzambi, originárias dos povos Bantu, de onde veio também a tradição do candomblé da nação angola na Bahia. Esses entes sacros seriam correlatos ao deus Olorum do candomblé Ketu, e é sincretizado no catolicismo ao Senhor do Bonfim. Os bantus são originários de Angola e Congo, na África.

Entre os mais antigos terreiros de tradição angola no Brasil, fundado por Manoel Rodrigues do Nascimento e Manoel Ciríaco de Jesus, em 1919, na cidade de Santo Amaro da Purificação, o Terreiro Tumba Junsara, que desenvolve diversas ações afirmativas com objetivo de difundir a cultura e ancestralidade de matriz Africana, foi transferido para Salvador em 1938. O Tumba Junsara tem ligado a si mais de 500 terreiros em todo o Brasil. São casas fundadas por “filhos espirituais” dele provenientes.

O Tumba Junsara se torna o 11º terreiro a obter o tombamento definitivo como Patrimônio Cultural Material da Bahia.  Antes, já foram patrimonializados os terreiros São Jorge da Goméia, Ilê Axé Oxumaré, Pilão de Prata, Ilê Axé Opô Aganju, Ilê Axé Alabaxé, Ilê Axé Ajagunã, Rumpame Ayono Runtólogi, Manso Kilemberkweta Furamam, Mokambo, e Ilê Asipa.

jornalbahiaonline.com.br

 



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