Novos dados apurados com fontes extraoficiais podem ajudar a entender o quê levou o jovem Caio Cunha a decidir por tirar a vida do servidor Jadson Neves, crime ocorrido na manhã da última sexta-feira (18), na cidade de Poções, em meio a programação da Festa do Divino. Caio Souza Cunha é filho de um falecido proprietário de uma funerária na cidade, morto em 2017, deixando os negócios ao filho por herança. Antes de morrer, o pai de Caio teria vendido um veículo modelo picape Chevrolet S10 para Jadson.

Segundo informações, uma dívida de aproximadamente R$ 6.000,00 em um banco, referente ao financiamento do veículo teria de ser quitada, para liberar a transferência, porém devido ao falecimento do vendedor, esta quitação não aconteceu. Ainda segundo informações, Jadson passou a cobrar esta dívida com ao filho herdeiro da funerária, Caio Souza Cunha (autor confesso do homicídio). Na manhã de sexta-feira (18), Jadson foi atraído para um encontro em uma estrada de chão na zona rural do município, próximo à BR-116, com a promessa da quitação do valor devido. Na verdade tratava-se de uma armadilha. Jadson foi executado com 12 tiros, inclusive na cabeça.

Prisão e revolta popular

Foi elucidada na manhã desta segunda-feira (21) a trama macabra que culminou na morte de Jadson Neves, servidor da Prefeitura de Poções. O crime ocorreu na última sexta-feira (18). O assassino confesso Caio Cunha, de 20 anos foi preso e, para evitar ser linchado pela população, transferido para Vitória da Conquista, onde segue à disposição da Justiça. Caio Cunha é um dos donos de uma funerária da cidade, empresa que prestou os serviços funerários ao corpo da vítima, ainda no dia da morte de Jadson. Populares informaram que o assassino ainda foi ao sepultamento de Jadson. Após o crime, Caio viajou até o município de Boa Nova e escondeu a arma na casa de seu funcionário Alex Venâncio Sampaio, cúmplice, réu confesso e também preso na operação desta segunda-feira.

A arma foi encontrada com resquício de sangue proveniente da vítima. Caio revelou para a polícia que marcou um encontro com Jadson para tratar de um assunto de negócios e lá ceifou a vida do jovem. A notícia da prisão da dupla gerou grande revolta na população, que esteve durante toda à tarde de hoje em frente ao Complexo Policial. Indignados, todos os manifestante clamavam por justiça e também se concentraram em frente à funerária do acusado. Para evitar um confronto com populares e garantir a integridade dos presos, ambos foram apresentados à autoridade competente em Conquista, onde houve a lavratura de prisão. Com informações do Itambé Agora.

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